Passam as horas, os dias, as semanas, os meses... são pouco mais de 28 anos a viver e a conhecer quem vive.
Trabalho, casa, saio de casa, trabalho... aquela mesma história que todos sabem.
No meio desta azáfama constante e perigosa, contamos bons momentos, curtos, rápidos e a preto e branco. São feitos de papel que se rasga, que se destrói fácilmente entre os dedos daqueles que julgam e que são omnipotentes...neles mesmos.
Passamos a vida a amarrotar papel, a deitar fora bocados de papel que tentamos passar uns aos outros, com mensagens, com alegrias, vitórias, desejos. Enquanto vemos os outros, eles que têm um pouco de nós e de tudo de Deus, rasgar e abandonar ao vento esses pedaços de papel que fazemos passar aos outros, em busca de maior paz, conforto, alegria e também... o Amor!
Por favor! Tentem ler antes os papéis que vos mando, antes de os deitar fora.
NM
Trabalho, casa, saio de casa, trabalho... aquela mesma história que todos sabem.
No meio desta azáfama constante e perigosa, contamos bons momentos, curtos, rápidos e a preto e branco. São feitos de papel que se rasga, que se destrói fácilmente entre os dedos daqueles que julgam e que são omnipotentes...neles mesmos.
Passamos a vida a amarrotar papel, a deitar fora bocados de papel que tentamos passar uns aos outros, com mensagens, com alegrias, vitórias, desejos. Enquanto vemos os outros, eles que têm um pouco de nós e de tudo de Deus, rasgar e abandonar ao vento esses pedaços de papel que fazemos passar aos outros, em busca de maior paz, conforto, alegria e também... o Amor!
Por favor! Tentem ler antes os papéis que vos mando, antes de os deitar fora.
NM